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26 de ago. de 2012

Para os pequeninos...


História da Independência do Brasil

Era uma vez um principezinho que veio de uma terra muito distante chamado Portugal para morar no Brasil com sua família. Este príncipe era chamado de Pedrinho. Ele era um menino inteligente, corajoso e muito amoroso.

O povo brasileiro gostava muito dele, por isso quanto sua família teve que regressar para Portugal com urgência, os brasileiros fizeram uma baixo-assinado e foram as ruas pedir que Pedro permanecesse aqui. O povo clamava:

-Fica Pedro! - Fica Pedro! - Fica Pedro! -Fica Pedro!

O príncipe vendo aquela multidão de brasileiros pedindo que ele ficasse, respondeu:

- Se for para o bem de todos e felicidade geral da nação, eu fico.

Os brasileiros ficaram super contente e comemoram sua primeira vitória:

- Viva! Viva! Viva! Viva!

O tempo passou e um dia a princesa Leopoldina recebeu uma carta do pai de Pedro, que era rei de Portugal. Ao ler a carta ela chamou seu conselheiro José Bonifácio e disse:

- José, a corte portuguesa exige que Pedro volte imediatamente para Portugal.

Naquele mesmo instante José Bonifácio teve uma idéia.

- Alteza, escreva uma mensagem a vosso marido, peça que proclame a Independência do Brasil imediatamente.
A princesa mais que depressa escreve uma carta e manda o mensageiro entregar a Pedro.

-Vá rápido, encontre o príncipe Pedro e entregue esta carta a ele.

O mensageiro encontrou o príncipe perto do Riacho Ipiranga, descansado com sua cavalaria.

-Vossa alteza, eis uma mensagem da princesa Dona Leopoldina.

Ao ler a mensagem Pedro diz aos soldados.

-Soldados, a corte portuguesa quer nos escravizar. Laços fora, guerreiros! A partir de hoje não serviremos mais a Portugal. Ou o Brasil fica livre ou morremos por ele. Independência ou Morte!

Todos os soldados gritaram em um só coro:

-Independência! Independência! Independência!

A partir daquele dia raiava a liberdade no horizonte do Brasil. Nosso país tinha ficado livre de Portugal. E hino brasileiro agora poderia ser cantado em todas as redondezas com mais força e garra.


17 de ago. de 2012

Hora do conto


Ótima sugestão para trabalhar as cores com a Educação Infantil

“O reino das borboletas brancas” 
(Marli Assunção Gomes Pereira – Ed. Paulus)

  Nas viagens que fiz pelo mundo das fantasias, visitei um reino muito interessante: O Reino das Borboletas Brancas!
         Lá tudo era branco, e o que não era, ficava num cantinho esquecido.
         As graciosas borboletas só beijavam a flores brancas que, orgulhosamente, tremulavam à brisa fresca.

         Um dia, nasceu no reino uma linda borboletinha que, por sua candura e mimo, chamou a atenção de todos. Até sua majestade, a rainha, foi vê-la.
         A linda borboleta ia crescendo muito saudável, alva, sempre cercada de brancos carinhos. Ao dar seu primeiro passeio, ela se deslumbrou com o esvoaçar das borboletas por sobre as flores, porém, apenas sobre as brancas.
        Percebeu a tristeza das outras...
        --- Oh! Como são lindas, diferentes!
        Curiosa, se perguntava:
        --- Por que as borboletas só beijam as flores brancas? Por que as coloridas estão plantadas em cantos tão distantes e reservados? Será que minhas irmãs não percebem a beleza dessas flores?
        No caminho de volta, reparou em uma flor azul.
        --- Que esplendor! Que pétalas! Que perfume!
         Ah! Ela não resistiria. As outras que beijassem as brancas. Pousou na flor e nela depositou um terno beijo.
         Que surpresa! A flor, que nunca havia sido beijada, ao contato de sua boquinha, ficou ainda mais bela. 
         Em sinal de agradecimento, a flor deixou rolar de uma de suas pétalas uma gotinha ainda fresca de orvalho para as asas de sua gentil admiradora. A gotinha se espalhou e tingiu as asas da borboleta de um azul muito delicado. 
 O susto foi geral!
         --- De onde surgiu essa borboleta azul?
         --- Como entrou aqui? Quem permitiu?
         Foi difícil esclarecer.
        Seus pais repreenderam-na, mas gostaram da nova cor.
 Logo, outras borboletinhas, encantadas com a cor da amiguinha seguiram seu exemplo. Começaram a beijar flores amarelas, rosas, vermelhas. E ganhavam também gotinhas de orvalho e se tornavam amarelas, rosas, vermelhas...
         Havia, ainda, a que beijavam flores diversas e se tornavam multicoloridas, de um tom delicado, transparente.
         Que alvoroço! O que estava acontecendo? Precisavam informar as ministras do reino, que, por sua vez, informariam a rainha.
         --- Majestade, venha ver! O reino das borboletas brancas está desaparecendo! Precisamos tomar sérias providências.
         A rainha saiu às ruas e, boquiaberta, olhava suas pequenas súditas num bailado alegre e colorido pelo ar. Nunca vira nada tão belo!
         As ministras esbravejavam e exigiam providências. As borboletas coloridas caprichavam no bailado. Alternavam-se, ora azuis, amarelas, rosas, vermelhas, multicolores, fazendo reverência à rainha.
         Não me lembro quanto tempo durou o espetáculo, mas, quando parti, o reino já não tinha o mesmo nome.
         Agora se chamava “O Reino das Borboletas coloridas”. 


Recurso para contar a história:










Atividades que podem ser realizadas com as crianças:
  • Reconhecer as cores;
  • Mural com bolinhas de papel crepom;
  • Reprodução da história com tinta em um painel de papel pardo (tendo em vista que as crianças precisam de muito espaço para criar e explorar o material)
  • Confecção de móbiles;
  • Dedoches de borboleta;
  • Dramatização da história, sendo que cada aluno interpreta um personagem da história - borboleta, flor, passarinho, árvore. Sugere-se também a criação de novos personagens;
  • Passeio pelo pátio da escola para observar as cores que existem nele;
  • Reprodução com tinta, giz de cera, etc., do que foi visto no passeio;
  • Produção textual coletiva descrevendo o passeio.




31 de jul. de 2012

Hora do conto

Faixa etária: 3/4 anos

O PALHAÇO PICOLÉ

É DE NOITE
É DE DIA,
SEMPRE TEM FESTA
LÁ NO CIRCO DA ALEGRIA.

-TEM MÁGICO?
-TEM, SIM SENHOR!
-TEM BAILARINA?
-TEM, SIM SENHOR!
-TEM MACAQUINHO TRAPEZISTA?
-TEM, SIM SENHOR!
-TEM MALABARISTA?
-TEM, SIM SENHOR!

E TEM PALHAÇO PICOLÉ
QUE ENGRAÇADO ELE É:
UMA BOLOTA NO NARIZ
GRAVATINHA BORBOLETA
E UM SAPATO ENORME NO PÉ!

ELE É TODO DESENGONÇADO,
FAZ A GENTE DAR RISADAS,
LEVA TOMBOS, CONTA PIADAS,
É O REI DA TRAPALHADA!

VIVA O CIRCO DA ALEGRIA!
VIVA O PALHAÇINHO PICOLÉ!

Osório Garcia

Recurso para contar a história: Personagens e avental didático











Atividades a serem realizadas: